29 de jul. de 2008

Juventude Socialista Brasileira, na luta até a vitória!
Fotos: Rodrigo Marques
E viva Arraes, viva Mangabeira, E viva a Juventude Socialista Brasileira!

É de luta, é de primeira, a Juventude Socialista Brasileira!

Nas praças, nas ruas, na luta a vida inteira, e viva a Juventude Socialista Brasileira!

Sou Serafim, tenho moral, não tenho medo da Polícia Federal!

Mauazinho Abraça Serafim!
Por Rodrigo Marques


No ultimo domingo, 27/07/2008, foi a vez dos moradores do Mauazinho receberem com grande entusiamo a caminhada do prefeito que vem mostrando uma nova forma de administrar a cidade de Manaus.

Serafim Correa foi recebido por uma multidão de pessoas que o aguardavam logono início da manhã. A caminhada percorreu as principais ruas do bairro, onde a populaçãoabraçou o prefeito e agradeceu pessoalmente o trabalho intenso que Serafim vem realizando a frente da Prefeitura de Manaus.
"Água pro Povo, Sarafa de Novo", gritaram a Juventude Socialista Brasileira, o Dep. Federal Marcelo Serafim, e os moradores do Mauazinho, confirmando apoio à reeleição de Sarafa.

22 de jul. de 2008

Estágio é coisa séria!
Já foi aprovado no Senado e agora segue para revisão na Câmara, o projeto que altera a lei de estágios. Dentre as principais novidades da nova legislação está a possibilidade de férias remuneradas após um ano de estágio em empresas particulares, a redução da carga horária para menores de idade e mais rigor no acompanhamento pedagógico pelas instituições de ensino. A idéia principal do projeto de reforma foi aliar a proteção ao estagiário com sua afetiva formação.De acordo com Moisés do Espírito Santo Júnior, Diretor do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), a faixa de idade entre 15 a 25 anos é a que apresenta o maior desemprego, justamente por conta da falta de experiência. A nova lei vem estimular a profissionalização desses jovens de forma a ampliar as oportunidades de contratação no seu primeiro emprego. Independente da tramitação em Brasília, Danilo Segundo está atento a essa questão e tem como iniciativa o projeto ESTÁGIO É COISA SÉRIA que tem como objetivo disciplinar a contratação de estagiários pela administração municipal. A idéia é que estagiários possam ser admitidos através de uma seleção criteriosa acabando com a nomeação na base da amizade ou indicação. Poderia haver, inclusive, uma parceria entre a prefeitura e centros profissionalizantes mantidos em convênio com o poder público para o fornecimento de mão-obra jovem. O estágio é um direito do estudante que precisa ser valorizado.
E só que teve a coragem de dar oportunidade a 3 mil jovens de entrar no mercado de trabalho através do estágio é que merece o nosso voto. Por isso a Juventude de Manaus vota 40 Serafim - Prefeito!

21 de jul. de 2008

Grande caminhada rumo à vitória
fotos: Danielle Gomes
No domingo, 20/07/2008, foi a vez do Riacho Doce II e III receber a grande caminhada da campanha "Manaus para todos".

A população saia de suas casas e de seus comércios para acenar e aplaudir o Prefeito Serafim Corrêa e confirmar o voto de confiança naquele que revolucionou o jeito de administrar Manaus.

A felicidade da população era tamanha ao poder agradecer pessoalmente ao Prefeito por ter levado água após 20 anos de lata na cabeça.


Sou Serafim, tenho moral, não tenho medo da polícia Federal!!!

Jornal Semanal Repórter

"Propriedade privada dos Lins é invadida por estudantes"
20-Jul-2008

Estudantes do movimento Juventude Socialista Brasileira desafiam a leseira do povo e lembram Chico Science: "Um passo à frente, e você não está mais no mesmo lugar".
Os protestos da última quinta-feira, 17, contra as peraltices de Belarmino Lins à frente do Poder Legislativo amazonense, chamaram a atenção da imprensa e dos motoristas, que, parados no semáforo do Belão e do Sabá Reis, assistiram a uma verdadeira lavagem do Bonfim.
A comparação, à primeira vista herética, trás uma boa dose de justiça, já que, com maior frequência e menor senso de ética do que deveriam, nossos deputados adora usar o nome de Deus em vão.O protesto na Juventude Socialista Brasileira, ao lavar simbolicamente a rampa de entrada da ALE, foi tão aliviador quanto inócuo. Aliviador, porque grande parte das vítimas do roubo duplamente qualificado da ALE (roubar dos pobres pra dar a parentes, além de tripudiar das vítimas em veículo nacional de imprensa), ordeiramente caladas e civilizadamente indignadas, puderam saber que há, sim, uma parcela da juventude amazonense (algo em torno de 0,0000000008% dela) capaz de passar a vergonha de protestar. Inócua, porque o alvo maior do protesto, Belarmino Lins, já estava em São Paulo, protegido por um atestado médico muito provavelmente forjado. É uma acusação perigosa, mas completamente plausível, dadas as provas de que a segunda casa da família Lins de Albuquerque fazia as vezes, também, de usina de fraudes documentais.Os estudantes que lideraram o protesto estão de parabéns pelo desprendimento, pela disposição de "pagar o mico", e podem dormir tranqüilos, pois já podem dizer que, se não fizeram nada que pudesse de fato mudar a ordem vigente da bandalheira institucional, ao menos disseram à socidade amazonense o que toda ela sabe. O grande mico é o da platéia.A sem-vergonhice de Belarmino e de seus colegas parlamentares é recorrente em todas as regiões do país. Odilon Rios, repórter de O Globo, contou durante a semana, que em meio a uma grave crise política, com deputados estaduais acusados de desvio de dinheiro público, de assassinatos e até de furto de energia elétrica, os parlamentares de Alagoas tentaram aumentar os próprios salários, mas não conseguiram. Houve espaço, porém, para criar novos cargos de confiança e engordar os vencimentos do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), de R$ 11.500 para R$ 17.200, e, ao mesmo tempo, livrá-lo de ser processado pelo Superior Tribunal de Justiça no inquérito que investiga a Operação Navalha. Os deputados negaram o pedido feito pelo STJ para investigar Teotonio. Ele é acusado de receber R$ 500 mil do empresário Zuleido Veras, dono da construtora Gautama. O governador nega. A Assembléia criou 60 cargos comissionados, sem necessidade de concurso, com salários médios de R$ 500. Oposição e governo apoiaram a iniciativa.No Amazonas, a oposição histórica de Eron Bezerra, que posava ao lado do cadáver maquiado de Lenin no sagrado exercício da constestação dos desmandos do poder, ruiu melancolicamente, sem um tiro, sem um muro tombado sequer. É de se imaginar que Eron, nos últimos momentos de sua carreira comunista, sabia, por exemplo, das maracutaias urdidas por Belarmino, Lino Chíxaro, Francisco Balieiro e Omar Aziz, acerca da aposentadoria do vice-governador. À platéia silenciosa das ruas, vale lembrar que Omar contou, sim, com a conivência silenciosa de Eron para aprovar ilegalmente o que seria sua recompensa por tanto trabalho, como é mostrado no tocante desabafo do vice-governador ao superintendente do jornal A Crítica, João Bosco, na ligação em que negociava o abafamento da falcatrua junto à imprensa: "É cara, todo mundo tem direito e eu não tenho porra, eu assumo que só uma porra o governo rapaz!", justificava Omar, do telefone grampeado de seu assessor Paulino, preso na Albatroz. E Eron sabia. É fácil deduzir isso, não apenas pela ausência de sua grave voz a rebater as insinuações, mas especialmente porque não havia insinuações, e sim provas. Foi Omar quem disse a Belão, em conversa do dia 6 de dezembro de 2005: "Só precisa saber você, o BALIEIRO e o LINO. O ERON (BEZERRA) tá sabendo e vai ficar calado entendeu?"Não é justo ignorar o discurso sempre respeitoso de Luiz Castro (PPS), além do posicionamento oposicionista de Arthur Bisneto (PSDB), Ângelus Figueira (PV) e Liberman Moreno (PHS). Castro é tão elegante em sua oposição, que ela acaba se confundindo com uma neutralidade que contrasta com a gravidade da situação. A oposição amazonense – e toda oposição deve ser festejada, não por estar correta ou errada, mas por simplesmente existir – merece o registro de que, de fora do clube governista, nunca se deixa vencer calada. Bem, quase nunca.Em termos práticos, o que a meninada socialista mostrou foi que, mesmo que ninguém se insurja contra Belarmino e seus compadres, eles preferem protestar. O recado da lavagem da ALE, esvaziado pela cobertura jornalística tendenciosa, pautando o evento pelo ridículo e pelo inusitado, é o de que a vergonha não está em empunhar vassouras, caixas de sabão e creolina no meio da rua. A vergonha está em quem assiste. Em quem ri de quem protesta na rua, enquanto divide o semáforo com o Ford Fusion de vidros escurecidos do presidente da ALE.Engana-se quem atribuiu aos caras-pintadas a queda de Fernando Collor. Ainda que com maiores pudores em relação aos malandros amazonenses, os deputados e senadores que escorraçaram o caçador de marajás do Palácio do Planalto pouco devia à opinião pública – ou pouco achava que devia. Collor caiu, ironicamente, por uma das "carroças" brasileiras, um Fiat Elba comprado irregularmente. Collor caiu com o depoimento de um motorista. Collor caiu sob as acusações de um irmão. Os estudantes gazeteiros que pintaram a cara e foram curtir o momento pouco tiveram a ver com o que ocorria em Brasília. O povo pouco tem a ver com o que ocorre em Brasília.A lição dada pelo protesto do "lava-chão" na ALE é a do limite a que chegamos. Nestes dias em que a discussão nacional mais acalorada é sobre o uso ou não de algemas para prender bandidos, resta pouco a qualificar na discussão civilizada de nível institucional. É chegado o momento de a sociedade amazonense discutir entre si e procurar se informar sobre o que pode fazer contra a roubalheira dos políticos.O anúncio de Belarmino Lins, durante a semana, de que iria conversar com seus colegas sobre o fim do nepotismo, é, ao mesmo tempo, uma rendição – não à imprensa local ou ao povo que elegeu Belão, mas à Veja – e um escárnio ainda maior. Belarmino precisa de alguns dias de descanso e deliberações, junto aos seus familiares, para lhes explicar sobre seus proventos de fim de mês. Até que servidores de carreira de outros órgãos públicos sejam alijados de seus cargos para comportar a enxurrada de neo-desempregados do mercado de trabalho amazonense, a ordem é esperar. Belarmino anunciou que vai conversar sobre o assunto depois do recesso.Talvez seja o caso de grampear, com autorização judicial, os telefones das cúpulas do Tribunal de Justiça do Amazonas, do Governo do Estado, do Tribunal de Contas e dos demais órgãos e autarquias do estado. Os Lins estão no mercado.Aos garotos da Juventude Socialista, a saudação de parte de uma sociedade entorpecida pela cultura do silêncio e da vergonha de reclamar. Parte desta sociedade, ainda carente de representantes que dêem rosto e voz a suas demandas, insiste em enxergar, por trás dos vidros escurecidos dos carrões e por trás dos paletós do Iguatemi – pagos por ela, a sociedade –, apenas deuses de barro, muitas vezes com pouca formação acadêmica, quase nada de experiência profissional e nenhuma noção, por mais parca que seja, do que é ética pública.

Comentários (1)

1. Escrito por Maria Maia: Realmente não podemos assistir passivamente as mazelas que acontecem na nossa sociedade! Parabéns à Juventude Socialista Brasileira!!!
Fonte: www.reporter-am.com.br

19 de jul. de 2008

Grande Caminhada do Prefeito Serafim

Rumo a vitória!


Na manha ensolarada do dia 19/07/2008 a Campanha a reeleição do Prefeito Serafim Corrêa ganhou as ruas do Bairro Cidade de Deus e do Bairro Alfredo Nascimento.


As pessoas foram as ruas caminhar e abraçar o prefeito que levou água para a cidade de Manaus.



A animação da população era visível. Várias vezes todos tomaram banho com a água que agora, após 20 anos jorra nas torneiras das casas.

A população mostrará, nas urnas quem de fato fez a diferença nessa cidade!

SOU SERAFIM, TENHO MORAL, NÃO TENHO MEDO DA POLÍCIA FEDERAL!!!!!!!!

18 de jul. de 2008

JSB-Amazonas é capa do Diário do Amazonas 18.07.2008



Um grupo de estudantes universitários de oito instituições de Manaus usou vassouras, baldes de água, sabão em pó e água sanitária para lavar a entrada da Assembléia Legislativa do Amazonas (ALE), como ato simbólico contra o nepotismo praticado pelo presidente da ALE, deputado Belarmino Lins, o 'Belão' e também contra a obra 'fantasma' na estrada do Cambixe, no município de Careiro da Várzea, que deveria ter sido feita pela empresa Demac Construtora Ltda., ligada a família de 'Belão'.

Charge da Coluna Claro&Escuro do Jornal Diário do Amazonas do dia 18/07/2008

O ato começou por volta das 9h30. Os jovens levaram faixas e cartazes com frases como "Chega de Corrupção. Fora Braga e Belão". Alguns funcionários da ALE saíram do prédio para ver o ato. Na rua curiosos passavam e diziam que era para os estudantes esfregarem bastante com a vassoura porque tinha muita sujeira. Outros falaram que eles teriam que usar soda cáustica e água sanitária.

A estudante Viviane Brasil, membro da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes), disse que o ato é para nostrar à sociedade como a política no estado está caminhando. "A Assembléia deveria dar bom exemplo para a população. É uma vergonha a postura do presidente e dos parlamentares que são seus aliados", afirmou.

Segundo o Presidente Estadual da Juventude Socialista Brasileira (JSB) , Sérgio Cardoso, ligada ao PSB, a manifestação é para mostrar que os estudantes vão protestar contra todos os atos de corrupção que envolvem os políticos de Manaus. "Esse é um ato contra a prática de nepotismo do 'Belão', contra a não realização da obra na estrada do Cambixe que foi paga com o dinheiro do contribuinte, contra todos os escândalos que envolvem o governo e seus aliados", afirmou.

O governo do Estado pagou 10,9 milhões à contrutora Demac, ligada à família de 'Belão', em 2005, para melhoramento e pavimentação da estrada do Cambixe, mas a empresa só realizou 16,8% dos serviços.

Os estudantes também lembraram que 'Belão', afirmou, semana passada, que mantém entre 12 e 15 parentes na ALE e que a mãe dele trabalhava na Assembléia aconselhando-o. Além de empregar a mulher, cinco filhos e outros parentes, 'Belão' ainda utilizou dinheiro público para pagar viagens de lazer para si e outros familiares.

Durante o ato, o grupo protestou em coro: "Belão e Eduardo, a união que está roubando nosso estado". Na manifestação estavam presentes 15 estudantes e membros da União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes (Ubes) e da Umes. Os estudantes pertencem a várias instituições, como a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Centro Universitário Nilton Lins, Centro de Ensino Literatus (CEL), Centro Federal de Educação Tecnológica do Amazonas (Cefet), Centro Universitário do Norte (Uninorte), Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas (Ciesa) e Universidade Paulista (Unip).

A diretoria de comunicação da ALE informou que o presidente Berlamino Lins não iria se manifestar sobre o protesto dos estudantes.

No último dia 3 de julho, outro grupo de estudantes fez protesto semelhante, lavando a entrada da sede do governo do estado em ato contra a corrupção.

Fonte: Jornal Diário do Amazonas


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JSB-Amazonas é notícia na folha online





17/07/2008 - 21h28
Estudantes protestam contra nepotismo na Assembléia do Amazonas
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da Agência Folha, em Manaus

Pelo menos 25 estudantes lavaram nesta quinta-feira com água, sabão e desinfetante as escadarias e a entrada da Assembléia Legislativa do Amazonas, em Manaus, em protesto contra a contratação de parentes pelo presidente da Mesa Diretora, Belarmino Lins (PMDB). Com roupas pretas, os manifestantes exibiam frases como "Fora Belão", como o deputado é conhecido.
Reeleito na semana passava para o segundo mandato à frente da Mesa Diretora, agora até 2011, Lins tem 12 parentes no gabinete, ganhando salários entre R$ 3.000 e R$ 5.000.
Ontem o deputado disse que demitira seus parentes se os outros 23 deputados exonerarem os familiares.
Belarmino Lins já empregou a mãe de 80 anos, mas diz que a exonerou. O ato não foi publicado no "Diário Oficial". Questionado sobre o trabalho que a mãe exercia no gabinete, Belarmino Lins disse: "O que uma mãe faz? Aconselhar os filhos, proteger os filhos, orientar...".
"Dizer que a mãe foi contratada para dar conselhos é imoral e desrespeito com cada cidadão que paga seus impostos", afirmou o estudante Sérgio Cardoso, 25. A manifestação foi promovida pela Juventude Socialista do PSB e pela União dos Estudantes Secundaristas.


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JSB-Amazonas é notícia no Jornal Acrítica


Combate a corrupção

A lavagem foi promovida pela Juventude Socialista Brasileira (JSB), Diretório Central dos Estudantes (DCE) das faculdades Martha Falcão e Direção de Políticas Públicas para Juventude da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Cobrando posição

Segundo o presidente da JSB, Sérgio Cardoso, é a partir de ações como a de ontem que as organizações pretendem conclamar a sociedade a sair da inércia para as ruas, exigindo uma posição dos governantes e políticos quanto as denúncias em suas gestões.

'O povo precisa sair dessa inércia'

No mês passado os estudantes realizaram outra "lavagem", em frente ao Palácio do Governo. Os diretórios agora pretendem estabelecer uma agenda positiva, com atos pontuais em escolas, ruas e praças para ter maior apoio da população. Eles também programa em breve, a realização de protestos novamente em frente à Assembléia Legislativa do Estado (ALE-AM) e ao Palácio.


"O povo precisa sair dessa inércia", pede o presidente da Juventude Socialista Brasileira, Sérgio Cardoso. Particularmente sobre a ALE-AM, as acusações que pairam sobre a casa são de nepotismon praticado por seu presidente, o dep. Estadual Belarmino Lins (PMDB).


Fonte: http://www.acritica.com.br/ e jornal impresso


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JSB-Amazonas é notícia no Jornal Amazonas Em Tempo



Política
18-Jul-2008

Estudantes voltaram a lavar a calçada de um órgão público, desta vez, na Assembléia Legislativa, em protesto aos casos de nepotismo praticado por deputados estaduais.



Estudantes usaram faixas e gritaram palavras de ordem, enquanto lavavam a rampa que dá acesso ao estacionamento da Aleam Estudantes voltaram a lavar a calçada de um órgão público, desta vez, na Assembléia Legislativa, em protesto aos casos de nepotismo praticado por deputados estaduais.


Fonte:

e jornal impresso

17 de jul. de 2008

CHEGA DE CORRUPÇÃO, FORA BRAGA E BELÃO

Mais uma vez fomos as ruas, mostrar ao Amazonas que os filhos não fogem a luta! Diante de tudo o que sido veiculado na mídia, o único sentimento que nos ronda é a indignação. E por causa da indignação que sentimos e honrando a sociedade de nosso Estado e a história de luta das entidades que fazemos parte nos colocamos prontos para a batalha. A sociedade cansou de tudo o que viu e leu, prova maior recebemos, com os gritos de incentivo e as buzinas dos carros que passavam pela frente da Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas na hora do ato que promovemos.

Medo? Não nos deixamos abater por ele. Nos inspiramos nos combativos jovens que estavam na luta armada contra a ditadura, e que nem mesmo diante dos fuzis deixaram de lutar. Hoje, após o ato de repúdio a Corrupção no nosso estado, a juventude se dirigiu ao Instituto de Educação do Amazonas, onde já estavam acontecendo as comemorações pelos 6o anos da União Brasileira dos Estudantes. Nossas intervenções todas pautaram a história de lutas da entidade, lembrando o período em que a amazonense Selba Baçal presidiu a entidade. Lembramos de todas as lutas pautadas pela juventude amazonense, levando os mais de 100 estudantes ao ápice da agitação. "Não podemos nós deixar abater. Nosso Estado bate recorde de arrecadação tributária e nós somos os últimos em Educação. O nosso governador parece que não está nem aí. Acabamos de fazer um ato de protesto contra a corrupção e nós precisamos da adesão de toda a juventude, por que todos eles brincam com a sociedade, brincam com o dinheiro dos nossos pais" disse a Diretora da UNE, Márcia Rebeca.

O ato foi bem no estilo jovial, cheio de palavras de ordem como Belão e Eduardo, a união que rouba o nosso estado; Fora Corrupção!

A sociedade amazonense está perplexa com todos os escândalos de corrupção, nepotismo, desvio de verbas que vêm sidos constantemente noticiados pela mídia local, e recentemente, através das páginas desta respeitosa revista, tiveram destaque nacional.
Hoje, o movimento estudantil em Manaus foi as ruas. Cansados de ler todos os absurdos envolvendo o governador do Estado e agora recentemente o presidente da Assembléia Legislativa do Estado. A lista de denúncias contra o governador Eduardo Braga é imensa:
· Devastador de terras no acre;
· Pagamento de 18 milhões a empresa Pampulha para obras na região do Alto Solimões no final de 2007 sem que as obras fossem sequer iniciadas;
· Aluguel de um jatinho Citation por mais de 500 mil mensais, sendo que o Governo do Estado tem uma aeronave igual que fica parada;
· Viagens internacionais com longas comitivas e hospedagem em hotéis milionários a custa do contribuinte;
· Mesmo com uma economia ativa, o Amazonas tem uma péssima educação, que o levou ao último lugar do ENEM entre as escolas públicas;
· Repressão aos estudantes;
· Seu filho político, Adail Pinheiro, prefeito de Coari está no esquema descoberto pela PF, na operação Vorax. Desviou de verbas do município e ainda 7 milhões em maletas encontrados em malas em uma casa abandonada.
A lista do Presidente da Assembléia Legislativa não é das melhores;
· Nepotismo, emprega toda a família, sem que eles sequer apareçam para trabalhar, são funcionários fantasmas;
· Operou sua eleição para o terceiro mandato, 5 meses antes do período da eleição da mesa diretora da casa;
· Operou a aprovação para eleição de mandato de governador tampão, pensado que ele pode ser o eleito possivelmente em dois anos.
Diante de todos os escândalos, o Movimento estudantil não ficou parado foi as ruas por diversas vezes mostrar sua indignação frente a um governo tão corrupto que envergonha nosso estado.
Assim uma série de manifestações foram idealizadas e colocadas nas ruas.


A 1ª , foi a maior e levou cerca de 500 estudantes a bloquear a avenida em frente a sede do Governo do Estado, os estudantes protestaram contra as péssimas condições da educação no Estado e os escândalos de corrupção;
A 2º, foi um ato contra a demora nas entregas das obras viárias feitas pelo governo do Estado. A sociedade cantou parabéns e só assim a obra depois de 5 anos será entregue;
O 3º, foi um ato por Equiparação das Políticas de Cultura. O governo deixou de investir no Festival Folclórico e tem dado prioridade aos Festival de Cinema e de Ópera, esquecendo a Cultura Local;
O 4º, ato na frente da Sede do Governo. As lideranças estudantis lavaram a sede do Governo, num ato simbólico contra a corrupção no estado.
O 5º, realizado na manhã de hoje foi um protesto pela corrupção no estado e por conta do escândalo do nepotismo do presidente da Assembléia. Os estudantes varreram e lavaram a entrada da Sede da Assembléia Legislativa entoando palavras de ordem como Braga e Belão a união que rouba nosso estado. A Imprensa de todo o Estado esteve presente no ato que teve grande adesão de todos os que por ali passavam.
É a indignação da Sociedade Amazonense.

16 de jul. de 2008

A história ensina a quem quer aprender

Partido Socialista Brasileiro - PSB
15/07/2008 - 10:10
A história ensina, mas só aprende quem sabe lê-la e, desse aprendizado, estão imunes os alienados. Ou seja, boa parte das chamadas elites brasileiras. Ordinariamente medíocres e alienígenas, não sabem colher o ensinamento da experiência, e insistem na prática do erro, pois são avessas à modernização, ao progresso, ao interesse social. Todo mundo e toda a imprensa já disseram que não se pode confundir – e quem confunde? – uma de nossas Forças Armadas, ou todas elas, com a miséria humana do tenente do Morro da Providência, como igualmente ninguém jamais as confundiu, seja com Lamarca seja com Burnier. Mas essa visão clara dos fatos não diz tudo, pois a experiência já deveria haver ensinado que as Forças Armadas não podem ser empregadas como modernos “capitães-do-mato”, como quando foram arregimentadas para caçar escravos fugidos, ou como quando, na República, em nome do novo regime, foram mobilizadas para chacinar sertanejos no tórrido interior da Bahia. Hoje, a direita impressa e a classe-média oportunista reclamam, mais uma vez, a ação dos militares para ‘pôr ordem’ nos morros. Nos idos de 1964, na casa de um amigo empresário, com quem assistia a um ‘Repórter Esso’, ouvi-o, pedir, jactante, diante da ‘anarquia social’ (anúncios de greves e quejandos) trazida pela TV das ruas para o recesso dos lares de Ipanema, que lhe dessem, como o cavalo pelo qual clamava o desesperado Ricardo III, o ‘verde oliva’ com o qual em um mês ‘poria a casa em ordem’. Os militares vieram e ficaram não apenas um mês, mas vinte anos, rasgaram a Constituição, implantaram a ditadura – cinco anos passados do golpe prenderiam o amigo empresário, acusado de falcatruas com o câmbio –, e deixaram, quando apeados do poder, o país envolto em dívidas e inflação. Ou seja, na desordem. Uma vez mais, as Forças Armadas haviam sido chamadas a cumprir o papel de ‘capitães-do-mato’, desta feita para caçar comunistas e assemelhados. Cedo, cedo, a promiscuidade com o que havia de pior no aparato policial civil, produziu tipos como o Capitão Guimarães e o Coronel Ustra. Esta saga sinistra está contada e bem contada por Elio Gaspari e a dou por conhecida. Relembro-a para dizer que o desvio das Forças Armadas de suas funções constitucionais não serve à República, nem à democracia; não serve ao Estado, não serve ao povo brasileiro, e, ainda menos, serve a elas próprias. É certo que, entre as funções constitucionais das Forças Armadas, está a de garantia da lei e da ordem. Garantia esta, entretanto, que não se confunde com o papel de polícia, que se lhes pretende atribuir. A garantia da lei e da ordem é, tão somente, a garantia do funcionamento das instituições democráticas em caso de colapso na ação policial. Não serve aos interesses do País desviar o foco da atuação das Forças Armadas, da função de defesa da Pátria, para a de força policial. Enquanto a imprensa discute se as Forças Armadas devem ou não ser utilizadas no combate ao crime, enquanto cientistas e criminalistas improvisados são chamados a diagnosticar o episódio do Morro da Providência, não se discute a presente inexistência de meios para que cumpram seu papel e seu dever constitucionais. Não se discute a vulnerabilidade de nossas fronteiras terrestres e do nosso espaço aéreo e a suicida desproteção de nosso litoral, sede de grandes reservas de gás e petróleo. Não se discute o imprescindível e inadiável aparelhamento e modernização das Forças, seu desenvolvimento científico e tecnológico, e a qualificação da indústria bélica nacional, indispensável para que sejam autônomas. Se não nos preocupamos com o essencial, outros se preocupam, e isso é perigoso. Os EUA – depois de intervirem no Norte do Continente – resolveram reativar a quarta frota de sua Marinha, para ficar ‘passeando’ pelo Atlântico Sul, exatamente quando a crise do petróleo parece haver conhecido seu clímax, e a Petrobras não pára de descobrir novas jazidas. Tampouco, em face da crescente mobilização internacional, não se pode mais dizer que as ameaças à Amazônia são ora invencionices de ONGs internacionais, ora delírios de nacionalistas arcaicos. Enquanto a imprensa discute o inconcebível papel das Forças Armadas no combate ao crime, deixa de lado a questão fundamental: mobilizar a sociedade para que entenda que, sem Forças Armadas equipadas para as guerras do presente século, não asseguraremos a soberania nacional. Isto significa, na quadra atual, priorizar o programa de construção do submarino de propulsão nuclear – indispensável para a defesa do nosso litoral – e o programa espacial, sem o qual não poderemos assegurar a incolumidade do espaço aéreo, o tráfego da aviação civil, a integridade territorial, mapeamento por imagens de nossas florestas, as pesquisas meteorológicas, a prospecção de nossas riquezas minerais, e o sistema de comunicação que nos une ao mundo e a nós mesmos.
Roberto Amaral

15 de jul. de 2008

A juventude e a Política

Reunião da JSB-Parintins


Muito tem sido discutido a respeito do voto consciente, qual a forma mais correta e coerente de se escolher seus governantes, e todos nós aptos a votar temos este instrumento que é o voto como o meio desta escolha, porém tendo uma arma de tão grande importância como esta é necessário também que haja um senso de responsabilidade de igual tamanho.

Segundo o escritor Bertold Brecht, ”o pior analfabeto é o analfabeto político, ele não ouve não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, da farinha....do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra e corrupto....

Isto demonstra a responsabilidade que adquirimos no ato de votar, mas de certo muitos de nós nos privamos desta responsabilidade por acreditar que ela não é de nossa alçada ou que não podemos fazer nada a fim de mudar os problemas que afligem nossa sociedade. Este é o grande mal que faz com que esta má ideologia sobre as relações políticas criem uma onda de descrença naquela que em seus primórdios nasceu como arte, a arte de governar a pólis (cidade), que teve bases filosóficas na sua criação a nossa política.

Esta arte de governar a cidade é o que temos hoje por política, mas de fato o que se tem observado é que ao longo da história esta foi desvirtuando-se, e o hoje o que temos é a politicalha, uma instituição corrompida e com uma visão diferente daquela para qual fora criada, servir ao bem comum, servir ao povo.

Grande parte deste desvio tem sua origem justamente nesta questão das más escolhas, causadas por um total desconhecimento do real teor da política e de suas relações sociais, que são ou deveriam ser as bases de seus fundamentos, servir ao povo.A falta de participação por parte do povo e principalmente por parte da juventude, que é quem de fato deveria se aproximar cada vez mais da política, pois o fato de nos abstermos da política é que nos torna meros espectadores á mercê de qualquer escolha alheia ás nossas vontades, é essencial que sejamos cidadãos plenos, dotados de uma consciência critica e política plena, que sejamos capazes de reinvidicar quando necessário, e lutar por nossos direitos.

E por que não começar uma revolução política, uma revolução intelectual por meio da juventude, já que em uma cidade como Parintins, que tem admitido cada vez mais sua vocação acadêmica, estudantil, os grandes formadores de opinião e quem sabe os grandes políticos do amanhã fazem parte desta juventude como falar em renovação política se a juventude se afasta e não participa da política, e deixa tudo na mão de meia dúzia de tubarões que fazem o que bem entendem uma vez que não se cobra mais ação e transparência da forma que deveria ser feita.
Por que não realizar uma aproximação entre a política e a juventude parintinense que tanto tem estado afastada do cenário político desta cidade.Pois é começando desde cedo, das bases que se constrói um pensamento sólido que se constroem ideais de vida e luta por uma sociedade mais justa na medida do possível, a juventude é capaz, é forte é corajosa o jovem vai a luta, mostra a cara e enfrenta os problemas sem correr, é esta força e altivez que é a principal arma que é capaz de transformar a juventude na grande revolucionaria destes tempos em que a descrença é o único sentimento que se tem sobre política, vamos dar um voto á mudança á transparência e á liberdade, e a retomada dos valores éticos e morais.Como dizia a música “os velhos de Brasília não podem ser eternos” o que diremos dos velhos de Parintins.

Vamos criar uma juventude realmente engajada em ideais comuns a todos, uma juventude socialista de verdade.


O autor é Acadêmico do curso de Biologia da Uea e Presidente da Juventude Socialista Brasileira de Parintins

11 de jul. de 2008

JUVENTUDE APÓIA REELEIÇÃO DE SERAFIM


Em um seminário realizado na noite de ontem (10.07.2008), os diversos segmentos juvenis de Manaus contruiram um Plano de Governo voltado para juventude e entregaram nas mãos do Prefeito de Manaus Serafim Corrêa, que firmou o compromisso com os jovens presentes, de que, quando reeleito colocará em práticas as ações propostas pelos jovens.


"O nosso papel hoje é formular políticas públicas de juventude e firmarmos um compromisso com o Prefeito Serafim Corrêa que já fez muito pelo jovem, depois de 20 anos de estagnação e que fará ainda muito mais nos próximos 4 anos", disse Márcia Rebeca, Dir. de PPJ da UNE e Secretária de Juventude do PSB-AM.
O Prefeito Serafium Corrêa lembrou a agonia dos estudantes nas filas para comprar o passe-estudantil e o mercado paralelo que se criou com a venda desses passes. "Tudo isso acabou com a implementação do Passa-fácil. HOje o estudante não fica mais em fila, pois pode pagar em dinheiro sua passagem". Lembrou ainda que uma das sugestões dadas pelos jovens durante o Seminário já havia sido implantada por sua administração frente a Prefeitura de Manaus, " O pré-vestibular foi um projeto implantado no início de 2006 na Zona Leste da cidade, teve muito êxito, pois muitos jovens passaram no vestibular, porém não foi para frente por entraves burocráticos. Vamos buscar novas parcerias, quem sabe as entidasdes estudantis não ajudam e nós colocaremos novamente o Pré-vestibular municipal em funcionamento".

Estavam presentes no seminário representantes das juventudes partidárias da coligação, grêmios estudantis, diretores da UNE, diretores da UEE-AM, diretores da UESAM, diretores da UMES, presidentes de DCEs, presidentes de Centros Acadêmicos, jovens da base do SINTRACOMEC, além de estudantes, jovens ligados a grupos folclóricos e aos movimentos culturais da cidade.

7 de jul. de 2008

Ato na sede do Governo tem repercussão nacional



7 de julho de 2008No Amazonas, estudantes protestam contra denúncias de corrupção no Governo do Estado
Em ato simbólico, jovens lavaram a sede do Governo e cobraram o esclarecimento das denúncias de mau uso do dinheiro público

Na última quarta-feira (2), estudantes de seis Instituições de Ensino Superior, ligadas à UNE e a entidades do movimento estudantil universitário e secundarista do Amazonas, lavaram a sede do Governo do Estado, em um ato simbólico de protesto para cobrar a apuração de denúncias de corrupção contra o governador Eduardo Braga.

Os jovens também levaram faixas a cartazes e entoaram palavras de ordem, como "Eduardo, seu viajante, a Educação aqui no Estado é preocupante", em referência ao número de viagens feitas pelo governador a outros Estados e ao exterior e ao péssimo desempenho do Amazonas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
O Estado ficou em último lugar na avaliação e desde então o movimento estudantil intensificou as cobranças pela melhoria na qualidade de ensino.

Participaram do ato a secretária-geral da UEE-AM, Marja Genevieve; o 1º secretario da UEE-AM, Rogério Aguiar; a diretora da UNE, Márcia Rebeca; o vice-presidente do DCE-Ciesa, Lucas Thiago; o vice-presidente do DCE UEA, Thales Acris; o vice- presidente da UESAM, Sérgio Emiliano; o coordenador-geral do DCE UFAM; Gleiciano Mendes, além de integrantes do Programa Jovem Parlamentar do Estado.

Em entrevista à reportagem do EstudanteNet, a 1ª diretora de Políticas Públicas de Juventude da UNE, Márcia Rebeca, informou que "as denúncias apresentadas à sociedade vão desde o aluguel de um jato Citation, por R$ 500 mil mensais (o Governo tem um próprio, que fica parado) até o pagamento de obras-fantasmas, devastação de floresta no Acre e pagamento de caseiro domiciliado no Acre, com dinheiro do Amazonas, viagens superfaturadas de volta ao mundo, gabinete de R$ 5 milhões, R$ 7 milhões encontrados no município de Coari, entre outros".

Márcia disse ainda que, neste ato, os manifestantes representaram a sociedade manauara, "que clama por uma resposta do Governador, que até agora não se pronunciou para sua defesa".

Veja algumas denúncias levantadas contra o Governo:
» Pagamento de R$18 milhões à empresa Pampulha Construções e Montagens Ltda por obras-antasmas no alto Solimões. O dinheiro foi pago no final do ano passado sem que os serviços tivessem sido concluídos.
» Aluguel do jatinho Citation, da Rico Táxi Aéreo Ltda, no valor de R$ 599,4 mil por mês ou R$ 7019 milhões ao ano, mesmo com o Estado tendo uma outra aeronave parada.
» Mesmo mantendo discurso preservacionista, o governador Eduardo Braga (PMDB) investe em três mil cabeças de gado na fazenda "Córrego do Ouro" na BR-364, estrada que liga Rio Branco a Sena Madureira, no Acre.
» A Andrade Guitierrez é a empreiteira que mais recebeu do Governo do Estado em 2007. A empresa é responsável pelas obras do Prosamim e é a única favorecida por uma lei estadual que permite a troca de dívidas de precatórios por créditos de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
» O governo do Estado pagou 1,1150% a mais por um terreno no bairro de Santa Etelvina, abrindo mão de um processo judicial em que poderia provar que era o legítimo dono da mesma terra.
Da Redação do Estudantenet (www.une.org.br)
Com Diário do Amazonas (www.diariodoamazonas.com.br)

4 de jul. de 2008

Comissão de Educação aprova reserva de vagas em instituições federais e tecnológicas

O projeto , foi votado na última terça-feira (1) em decisão terminativa no Senado Federal. UNE e UBES consideram a aprovação positiva, mas ressaltam que a universidade brasileira precisa democratizar o acesso.

Os estudantes que tenham cursado integralmente o ensino fundamental e médio em escolas públicas terão direito a pelo menos metade das vagas a serem oferecidas por instituições federais de ensino superior e de educação profissional e tecnológica. A medida consta do Projeto de Lei 546/07, de autoria da senadora Ideli Salvatti, aprovado nesta terça-feira (1) em decisão terminativa pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal.

De acordo com o projeto, essas vagas deverão ser preenchidas, em cada curso e em cada turno, por estudantes oriundos de escolas públicas e haverá também cota para os que se declarem negros e índios, pelo menos em igual proporção à participação de negros e índios na população da unidade da federação onde for instalada a instituição de ensino. Por emenda apresentada pelo relator, senador Paulo Paim (PT-RS), pessoas com deficiência terão acesso às vagas reservadas independentemente do fato de terem estudado em escolas públicas.

O texto que foi submetido à votação da CE previa inicialmente a reserva de vagas apenas para as instituições federais de educação profissional e tecnológica. A inclusão de instituições de ensino superior foi sugerida, durante o debate, pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO) e prontamente aceita pela autora e pelo relator do projeto.

Para a presidente da UNE, Lúcia Stumpf, "esta aprovação é uma vitória para os estudantes, uma vez que ela facilita o ingresso de pessoas, que sem essas medidas não chegariam até a universidade. Porém para melhorar a educação outras atitudes devem ser tomadas, como a ampliação das universidades públicas e políticas de assistência estudantil para garantir que esses estudantes possam concluir o seu curso".

"A universidade pública brasileira é contraditória, pois a maioria dos estudantes vêm de escolas privadas, isso é resultado da má qualidade da educação, alguma coisa precisava ser feita. Essa aprovação não é a medida ideal, mas vai ajudar a democratizar a universidade. Por isso, a UBES vai continuar pressionando para que o projeto seja aprovado em sua totalidade", declarou o diretor de Relações Institucionais da UBES, Thiago Mayworn.

Vitória dos Estudantes: Fim da DRU aprovado no Senado


Vitória dos estudantes: Senado aprova o fim da DRU para a educação
Lideranças estudantis ligadas a UNE e a UBES comemoram aprovação do projeto da senadora Ideli Salvatina sessão desta quarta-feira (2). Para as entidades, os R$7 bilhões a mais no orçamento devem ser destinados a ampliação e melhoria da qualidade de ensino do sistema público de educação
Foram dois dias de vigília nos corredores do Senado. Nas mãos uma carta elaborada por estudantes ligados a UNE e a UBES reivindicando a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 96/03) que reduz gradualmente, a partir de 2009, até 2010, os percentuais de Desvinculação das Receitas da União (DRU) sobre as verbas destinadas à manutenção e desenvolvimento da educação previstos na Constituição.
O fim da DRU para a educação é uma antiga reivindicação do movimento estudantil que na sessão desta quarta-feira (2) foi atendida. A aprovação do projeto da senadora Ideli Salvati destinará R$ 7 bilhões a mais ao orçamento da educação.
"Esse valor deve ser aplicado para ampliar e melhorar o ensino público em todo o País. O Brasil tem uma dívida imensa com a áera educacional. Precisamos aumentar os investimentos públicos para garantir educação de qualidade para todos, do ensino básico à universidade", disse a presidente da UNE, Lúcia Stumpf.
Em 2011, conforme a proposta, haverá a extinção da DRU para a educação. Com isso, o governo não poderá mais destinar essas receitas para outras finalidades, inclusive o pagamento da dívida.
Ideli Salvatti disse que a inflação brasileira está em 5,6%, o que dá ao país tranqüilidade para aprovar a PEC. "É preciso tirar isso da Constituição para que nenhum governo caia na tentação de desviar recursos da educação", frisou, sob os aplausos dos estudantes presentes nas galerias.
Segundo a senadora, desde a criação da DRU, R$ 72 bilhões deixaram de ser destinados ao setor.
Agora o projeto será votado na Câmara dos Deputados. "Vamos continuar mobilizados para consolidar essa conquista. Faremos abaixo assinados e manifestações por todo o País para garantir mais investimentos na educação, setor estratégico para o desenvolvimento nacional", completou Lúcia.
Para o presidente da UBES, Ismael Cardoso, "a DRU atingiu fortemente os investimentos em educação durante anos. O fim da taxação representa uma nova perspectiva para o ensino básico, fundamental e superior no Brasil que inclui a democratização do acesso e mais qualidade de ensino nas três esferas".

Qual o impacto da DRU na educação?
Renovada em dezembro pelo Congresso, a DRU autoriza o governo a desvincular 20% de todos os tributos condicionados a gastos específicos - exceto as contribuições patronais e dos empregados para a Previdência - e destinar os recursos para outros gastos considerados mais urgentes. O mecanismo foi criado ainda na primeira gestão de Fernando Henrique Cardoso, para dar ao governo maior flexibilidade no sentido de enfrentar a crise fiscal (desequilíbrio entre receitas e despesas) verificada naquele momento.

O percentual de desvinculação será reduzido à metade (10%) em 2009, caindo para 5% em 2010, por força de emenda apresentada pelo relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o falecido senador Jefferson Péres. Originalmente, Ideli previa três anos até a extinção, com queda gradual no percentual de incidência para 15%, em 2008, 10%, em 2009 e, por fim, 5%, em 2010.
Fonte: Estudantenet e Agencia Senado

Lavagem da corrupção


Estudantes filiados ao PSB, DEM, PDT, PSDB e PSDC lavaram a entrada da sede do Governo num ato simbólico contra a corrupção no Estado.

Uma série de atos de protestos foram realizados na cidade de Manaus desde o momento que a imprensa e parlamentares passaram a denunciar a corrupção no Governo do Amazonas.

30 de jun. de 2008

Convenção do PSB

Agora: Vamos em frente rumo a vitória!




No último sábado, dia 28 de junho o PSB realizou sua convenção em Manaus, que homologou a candidatura do Prefeito Serafim a reeleição.

Estiveram presentes as lideranças dos partidos que compõem o bloco UNidos pelo Povo. O ex-Ministro Roberto Amaral, vice-presidente do PSB; Dep. Federal Marcelo Serafim, Senador Jefferson Praia (PDT), Senador Arthur Virgílio (PSDB), ex Dep. Federal Pauderney Avelino (DEM) e os candidatos Serafim Côrrea (prefeito - PSB) e Manoel do Carmo Neto (vice-prefeito DEM).
A JSB marcou importante presença, levantando as palavras de ordem que envolviam todos os presentes.

25 de jun. de 2008

Repúdio a ação do Exercíto e solidariedade as famílias

O CONSELHO NACIONAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O CONSELHO NACIONAL DE JUVENTUDE vêm a público manifestar sua indignação frente ao episódio de horror envolvendo a prisão, tortura, mutilação e execução de três jovens moradores do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, que estavam sob a responsabilidade do Exército brasileiro, ao mesmo tempo em que expressam sua profunda solidariedade aos familiares das vítimas e a toda a comunidade agredida.
Considerando os marcos legais existentes, o Estatuto da Criança e do Adolescente e as diretrizes, indicadas pelo Conselho Nacional de Juventude, para as Políticas de Juventude e, também, o esforço da sociedade e do Poder Público para garantir direitos e oportunidades aos jovens, essa intolerável violação dos direitos humanos exige uma atitude firme e responsável por parte do Estado brasileiro. Exige, principalmente, a imediata responsabilização das pessoas e instituições envolvidas, para que a impunidade não prevaleça mais uma vez.
É a impunidade que tem alimentado os alarmantes e inaceitáveis índices de assassinatos de jovens rapazes negros, configurando uma situação que pode ser caracterizada como de extermínio desses jovens, cuja superação foi apontada como prioridade absoluta na 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.
Na perspectiva de reafirmar nossas convicções, aguardamos, atentamente, a responsabilização de todos os envolvidos, sendo que acompanharemos os trabalhos e encaminhamentos da Comissão Especial constituída no âmbito do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana - CDDPH e as medidas adotadas com o objetivo de impedir a repetição dessa intolerável situação de violação dos Direitos Humanos.
Fazemos um chamado às organizações, instituições e movimentos que atuam em Políticas Públicas por justiça e igualdade na sociedade brasileira para que incluam em suas pautas a luta pelo fim desse extermínio, denunciando-o e exigindo a apuração das responsabilidades em cada caso registrado, a fim de que se construa uma sociedade onde as juventudes tenham voz, vez, direitos e oportunidades iguais.
Brasília, 17 de junho de 2008.

24 de jun. de 2008

Ciência e Tecnologia para Inclusão Social

Grupo de Trabalho do 56º Coneg da UNE: Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social

Durante o 56º Coneg da UNE em Brasilia, os estudantes participaram do grupo de debate sobre a Ciência e Tecnologia como instrumento de socialização.

Os palestrantes José Secretário Executivo da Secretaria Nacional de Juventude e Joe Valle Secretário de C&T para Inclusão Social do MCT.

As principais propostas apresentadas pelos estudantes foram a cobrança de espaços físicos nas pagas para a realização de pesquisa; iniciação científica; implementação de projetos de extensão que unifique a comunidade acadêmica com a sociedade, entre outras.

Entre outras resoluções o 56º Coneg da UNE aprovou as resoluções de Plataforma Política, Reuni, e ainda chamou o 12º Coneb da UNE, para os dias 18 a 20 de janeiro, que será realizado em Salvador-BA, antes da 6º Bienal de Cultura, Ciência e Arte da UNE, que também acontecerá na mesma capital.

Foi lançada ainda a Caravana da UNE, que percorrerá as 27 capitais do país no segundo semestre, a mobilização para o Forum Social Mundial, que acontecerá em Belém, no Pará e a Campanha a "Amazônia é do Brasil".

Workshop e Café com Política

Várias atividades marcaram o útimo final de semana (21 e 22 de junho).
Na tarde de sábado a moçada da JSB se reuniu no 1º Café com Política com os pré-candidatos a vereador. O 1º convidado, Eduardo Castelo, contou um pouco de sua história política, que começou ainda no Rio Preto da Eva e explanou falou sobre sua plataforma política, as lutas dos movimentos sociais, como as cotas nas universidades, passe livre, Prouni e Fidelidade Partidária; e disse ainda que tem o Dep. Marcelo Serafim com exemplo.
A JSB se reuniu ainda no domingo na Casa da Juventude, para discutir e elencar todas as melhorias implementadas pelos Prefeito Serafim Corrêa na cidade de Manaus.

Durante todo o dia foram discutidos os pontos mais importantes da Administração Socialista, numa clara preparação para o início da Campanha 2008.

19 de jun. de 2008

Secretário Nacional de Juventude do PSB, Alex Nazaré: "Trabalharemos por unidade e consenso"


Partido Socialista Brasileiro - PSB
18/06/2008

Em entrevista ao Portal PSB, o novo Secretário Nacional de Juventude do PSB, Alex Nazaré, afirmou que vários militantes trabalharam por unidade e consenso. "A JSB está unificada", destacou. Alex disse que o sentimento da nova direção é trabalhar pela juventude do PSB em todo Brasil e em diversas frentes, como no Movimento Estudantil. "Buscaremos atuar nas áreas de políticas públicas de juventude nos governos do PSB, criando espaços institucionais para os jovens." "Também estamos organizando, pela primeira vez, o movimento das jovens feministas da JSB em nível nacional", completou.


Confira a entrevista concedida por Alex Nazaré à jornalista Priscila Rocha, do Portal PSB.


Portal PSB: O que muda com a nova Direção Nacional da Juventude Socialista Brasileira?

Alex Nazaré: A mudança começa pela própria Direção Nacional que foi renovada para conduzir a Juventude Socialista Brasileira (JSB) por três anos. Inicialmente tentaremos agendar uma reunião da Direção Nacional ainda para o mês de junho. Depois marcaremos uma conversa com o presidente Nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para apresentação da nova direção. Iremos enfatizar que no Congresso da JSB vários militantes trabalharam por unidade e consenso, e foi o que prevaleceu.


Portal: A JSB agora está unificada? Quais as frentes prioritárias de atuação da juventude?

Alex: A JSB está unificada sim. O sentimento da nova direção é trabalhar pela juventude do PSB em todo Brasil e em diversas frentes, como no Movimento Estudantil. Teremos, de 19 a 22 deste mês, o Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília. Buscaremos atuar nas áreas de políticas públicas de juventude nos governos do PSB, criando espaços institucionais para os jovens. Também estamos organizando, pela primeira vez, o movimento das jovens feministas da JSB em nível nacional. Iremos iniciar diálogo com a juventude rural; com a do hip-hop; das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais (LGBTTT); entre outras juventudes. Quero destacar, ainda, que todas as frentes de atuação em que estamos incluídos são prioritárias.


Portal: O que a JSB pensa para as eleições de 2008?

Alex: Ainda vamos nos reunir para pensar uma estratégia de participação. Queremos ter candidaturas de jovens em todo Brasil. Para isso precisaremos organizar um mapeamento nacional de candidatos a vereadores e prefeitos. E, então, elaborar uma cartilha de orientação política, de regras eleitorais, programas de políticas para o Executivo e Legislativo. Isto, é claro, além do apoio político de toda Direção Nacional, participando de comícios, seminários, palestras e eventos dos pré-candidatos da JSB em todo o país.

16 de jun. de 2008

Prefeito Serafim Corrêa inaugura 1ª creche do Amazonas

A Creche Municipal Professora Eliana de Freitas Moraes é a primeira creche pública do Amazonas. Com 235 vagas a instituição vai atender crianças de um a três anos nos turnos matutino, vespertino e em horário integral. No total, a creche possui 1.570 m2 de área física, incluindo área de refeitório, lavanderia, sala de nutrição, playground e horta e jardim. As obras foram executadas pela construtora Marcellus JB Campelo e os custos ficaram em torno de R$ 2 milhões.

Além disso, a creche possui rede interna de tratamento de água – novidade que está de acordo com a legislação municipal do Pró-águas que exige que todos os condomínios e instituições tenham estação de tratamento de esgoto. A unidade operacional do sistema de esgotamento sanitário - através de processos físicos, químicos ou biológicos - possibilitará a remoção das cargas poluentes do esgoto, devolvendo ao ambiente o produto final, efluente tratado, em conformidade com os padrões exigidos pela legislação ambiental.

12 de jun. de 2008

Memória 68: Revista Fórum entrevista Arthur Poerner


"A ditadura se viu obrigada a tirar o que lhe restava de máscara democrática"

No dia 30 de maio, Arthur Poener, autor do livro O poder jovem: história da participação política dos estudantes brasileiro, concedeu por email, uma entrevista ao Pedro Venceslau da Revista Fórum.

Em 1968, Arthur José Poerner era redator e articulista do Correio da Manhã, um dos raros veículos de comunicação a fazer frente à ditadura no Brasil. Mas não foi apenas dali que ele acompanhou os turbulentos dias que marcaram aquele ano. O jornalista e escritor esteve envolvido desde o início das manifestações estudantis no Rio de Janeiro, tendo inclusive carregado o caixão do estudante Edson Luis, morte que foi o estopim dos protestos dos jovens contra o regime autoritário.

Na entrevista a seguir, Poerner, dá a sua versão do significado de 1968 para o Brasil.

Fórum – Como foi o ano de 1968 para você?
Arthur Poerner - Em 1968, aos 28 anos, eu chegava ao sexto de carreira jornalística, como redator e articulista do Correio da Manhã, que liderava a resistência à ditadura na imprensa, e ao meu terceiro livro, O poder jovem: história da participação política dos estudantes brasileiros, lançado pela Civilização Brasileira e um dos mais vendidos já no segundo nº da Veja, em 18 de setembro. Era quintanista da Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual UFRJ) e, desde julho de 1966, o mais jovem brasileiro atingido por decreto presidencial de suspensão dos direitos políticos por 10 anos, o que me obrigara a renunciar à direção do semanário Folha da Semana, também do Rio de Janeiro, ligado ao Partido Comunista Brasileiro.
Rebelde sem causa até 1960, quando deixara a Escola Naval como aspirante da Marinha de Guerra, eu me politizaria e conscientizaria socialmente em viagens pelo Nordeste e pela Amazônia, como comissário de bordo da Cruzeiro do Sul, e com a ajuda do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), onde muito me impressionara a entusiasmada palestra de Jean-Paul Sartre sobre a Revolução Cubana. A fracassada invasão promovida pelos EUA na Baía dos Porcos, em 1961, já me encontrou na esquerda, mas só me organizei politicamente com o golpe militar, quando, decidido a resistir, procurei me aproximar do Partido Comunista. Por isto, na Passeata dos Cem Mil, em 26 de junho de 1968, eu gritava "Povo organizado derruba a ditadura!", e não "Povo armado derruba a ditadura !".

Fórum - Quais ações da época foram equivocadas e quais foram corretas? O que poderia ter sido feito e não foi?
Poerner - Os que preconizavam a organização e a luta de massas para derrotar a ditadura no Brasil não incorreram, a meu ver, em equívocos relevantes em suas ações. Levaram-nas aos limites possíveis, que se esgotaram com a edição do AI-5, em 13 de dezembro, quando, com os colegas, também escritores, Edmundo Moniz e Franklin de Oliveira, tive que deixar a redação do jornal, num terceiro andar, pela janela, enquanto forças policial-militares a invadiam e o radialista Alberto Cury lia os drásticos dispositivos do ato em cadeia nacional. A luta armada, sim, foi um equívoco de estratégia política, mas é fácil dizê-lo 40 anos depois. À época, também tive dúvidas e nutri esperanças.

Fórum – Qual o legado que ficou de 1968?
Poerner - Depois daquele ano, o mundo não foi mais o mesmo, embora o que a compulsão simplificadora da mídia relembre hoje como 68 tenha sido uma rebelião plural e diversificada, isto é, vários 68 coincidindo, com as suas peculiaridades locais, em diversos países. A nossa, por exemplo, foi deflagrada quando a Polícia Militar do Rio, então sob o comando do Exército, matou, no restaurante estudantil do Calabouço, em 28 de março, o estudante Edson Luís, que participava com colegas de manifestação pela melhoria da comida e da higiene; a francesa começou quando os universitários de Nanterre resolveram exigir o fim das barreiras que separavam os dormitórios masculino e feminino no campus. Não deixa de ser interessante distinção entre as aflições do terceiro e do primeiro mundos.
No Brasil, a ditadura se viu obrigada a tirar o que lhe restava de máscara democrática, o que contribuiria para o seu inglório final; na França, as mulheres casadas se livraram da até então obrigatória autorização dos maridos para abrir contas bancárias, e as relações entre professores e alunos se tornaram menos autoritárias (já podem até se tratar por "tu"); pelo mundo afora, - México, Alemanha, Tchecoslováquia, etc. - , um alento libertário sacudiu relações anacrônicas de poder e ridicularizou a caretice, reforçando os movimentos ecológicos, feministas, das minorias raciais e sexuais; enfim, fortalecendo a luta mundial pela igualdade e pelos direitos humanos. O que resta a explicar - a ciência ainda não o conseguiu - é porque tudo isso aconteceu em 1968, inaugurado com a grande ofensiva do Tet (ano novo lunar) da Frente de Libertação Nacional do Vietnã. Algo a ver?
Estudantenet

10 de jun. de 2008

Entrevista



Valadares Filho (PSB-SE) diz que Legislativo deve priorizar políticas para os jovens
Partido Socialista Brasileiro - PSB

29/04/2008


A garantia de trabalho com dignidade para o jovem brasileiro é uma bandeira de luta do deputado Valadares Filho (PSB-SE). Para ele, essa questão precisa ser levada a sério pelo poder público e pela iniciativa privada do país onde ainda são registradas diversas denúncias de exploração do trabalho infantil ou adolescente.


Aos 27 anos, o socialista que é um dos parlamentares mais jovens da atual legislatura, defende, em entrevista ao site da Liderança do PSB na Câmara, a desobstrução da pauta da Câmara, para que a Casa consiga votar os projetos de iniciativa dos deputados, sobretudo aqueles com alcance social, a exemplo da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Juventude e de outras matérias que tratam dos direitos dos trabalhadores com menos de 30 anos.


Liderança do PSB na Câmara: Tramita na Comissão de Agricultura um projeto de sua autoria, voltado aos jovens do campo, qual o objetivo dessa proposta?
Valadares Filho: Um projeto como esse visa não só valorizar o trabalho dos adolescentes, mas também fazer com que eles tenham uma fonte de renda através do trabalho. Um dos artigos do projeto diz que o salário do jovem deve ser igual ao do adulto. O trabalho dele tem que ser reconhecido, já que a força e o vigor dos mais moços contam muito nesse tipo de tarefa. Também estamos propondo que o trabalho deles não seja superior a oito horas diárias, para que eles possam freqüentar escolas e crescer culturalmente. Além disso, as horas trabalhadas a mais serão descontadas na própria semana, não podendo exceder o limite de 40 horas semanais. Isso possibilita o jovem organizar um horário para seus estudos.


Liderança: A Câmara está aberta a levar esse tipo de proposta adiante? As matérias de iniciativa parlamentar dificilmente chegam ao plenário por causa das medidas provisórias, isso vai mudar?
Valadares: Espero que essa questão do número de MPs seja resolvida o mais rápido possível, para que possamos votar os projetos dos deputados. Resolvendo essa etapa, a Câmara está preparada, sim, e tem maturidade suficiente para saber que matérias com essa intenção social têm que ser apreciadas.


Liderança: A Casa também tem pronta para a pauta a Pec da Juventude, que regulamenta os direitos econômicos, sociais e culturais das pessoas com idades entre 15 a 29 anos, o que o senhor acha dessa proposta?
Valadares: Essa Pec tem que ser votada também com brevidade, para garantirmos um futuro melhor para nossos jovens. Com certeza, após votarmos as MPs que estão na pauta e outros projetos com urgência, essa Proposta de Emenda não pode deixar de ser votada aqui na Casa porque com ela a juventude passa a ser uma categoria com política pública específica e garantida pela Constituição Federal.


Liderança: Esta semana a Câmara aprovou a MP que reformula o Projovem, criando as modalidades Adolescente, Urbano, Campo e Trabalhador, e aumentando a faixa etária do público-alvo. Qual sua avaliação dessa medida?
Valadares: Quero parabenizar a Câmara pela aprovação e o presidente Lula pela iniciativa dessa MP que beneficiará jovens de 15 a 29 anos. Agora vamos fiscalizar os recursos do programa, para que ele seja utilizado da forma correta, auxiliando quem realmente precisa da bolsa. O deputado André Vargas, dialogando com a juventude e com todas as classes que representam os jovens do nosso país, pôde elaborar um bom relatório, garantindo que os jovens _ não somente aqueles das capitais, mas aqueles dos lugares mais longínquos e que necessitam mais do poder público _, possam ver de perto a ação do Governo nesse segmento.


Liderança: O Projovem pode ser taxado como mais um programa assistencialista do Executivo, uma vez que os bolsistas receberão R$100 por mês. Onde entra o componente educacional?
Valadares: Esse é um programa de suma importância. Um incentivo desses é um estímulo para o jovem, sobretudo para o que vive no campo, que poderá desenvolver suas funções onde mora com sua família. Já no caso do Projovem Urbano, que está nas cidades maiores, eles recebem esse estímulo para que possam não só freqüentar as escolas, mas também ter uma quantia de dinheiro para ter uma vida digna e com isso investir no seu aprimoramento, no setor onde pretende atuar.

Por Pedro Moura - Secretário Geral da UBES

Conjuntura Nacional e Internacional


O CENARIO POLITICO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2008 transparece uma efervescência política no Brasil, na América latina e de maneira geral no mundo. Com a crise econômica do regente neoliberal, Ferindo o brio e as vaidades, daqueles que orquestram a política das grandes potenciam econômicas, com braço forte e rédeas curtas, recebem agora questionamentos dos mais variados setores do empresariado mundial, será mesmo invencível, o modelo imperialista no mundo? Um sistema tão sólido é capaz de cair aos pés do tempo e da autodestruição? É possível estagnar uma engrenagem tão complexa e viril? É possível também, parar esse sistema “inexoravelmente” intocável?

O sistema capitalista preza por certa experiência com suas crises e vai e volta se deparam com elas, hora provocadas e de menor valor, hora abaladas por um processo de transição inicialmente doloroso, prevendo mais um salto ao esmagamento das massas, principais atingidas dessa política econômica em ordem planetária. O capitalismo é um sistema que abre varias frentes de profundas atuações; economia, sociologia e política. Desenvolvendo-se e adaptando-se por essas mesmas crises periódicas; O desenvolvimento industrial, a independência dos Estados Unidos, a revolução francesa, o movimento ludista na Grã Bretanha e as revoluções independentistas na América latina e no caribe, que sucederam aos grandes abalos econômicos do século XVIII.

Entre as crises mais relevantes; A do século XIX, que vem propiciar revoluções por vários paises da Europa, eis que surge o proletariado como classe, mesmo que ainda subordinados as linhas programáticas da burguesia liberal. Iniciando a primeira mutação do capitalismo para a fase imperialista fundindo pela primeira vez o capital industrial, com o capital bancário, onde surge o capital financeiro. A chamada “Grande Crise” de 1929-1933 em que esteve seriamente em causa a sobrevivência do próprio sistema capitalista, e à qual estiveram associadas à derrota da classe operária européia pelos regimes fascistas da Itália, da Alemanha e de Espanha, a Segunda Guerra Mundial, e a subseqüente divisão do planeta em dois grandes blocos e a “Guerra Fria”, assim como o triunfo das Revoluções na China, no Vietnã em Cuba e na Coréia do Norte, e os processos de Independência da Índia e dos países africanos.

Lembramos também a crise sistêmica que teve início em 1974-1975, que abriu caminho ao modelo neoliberal e à sua forma de globalização, como estratégias para superar esta crise, mas na qual, no entanto, nos encontramos mergulhados, dado o fracasso de tais estratégias. Nos últimos meses temos acompanhado diariamente os acontecimentos no mercado americano e sua repercussão nos mercados mundiais. A crise foi iniciada, por uma onda de empréstimos, que acabou resultando em um alto número de mutuários inadimplentes, que, sem meios de pagar suas hipotecas, grande parte simplesmente desistiu de quitar as dívidas.

Olhando para cá agora, vemos uma nova possibilidade de reorganização da América latina. Temos o Brasil que vive hoje um processo de aquecimento político arriscando-se a comparar com o Brasil de 1960 no que se diz respeito a esse mesmo acirramento político que marcou o inicio dessa mesma década, guardadas suas proporções de realidade e desenvolvimento social. Os movimentos sociais como na era Jango sentia-se uma aproximação pouco conhecida com os regentes nacionais, se com Jango existia um Tancredo Neves com a missão de fazer de um tudo, para Jango não fazer nada, Hoje existe uma direita raivosa, com um único intuito de retomar o poder pleno nos pais, para imprimir a política neoliberal, alinhada aos patrícios Nortes americanos. A falta de entendimento do Ministério da fazenda com a excessiva autonomia do Banco Central, controlado a base de chicotes pelo Sr. Henrique Meirelles com desleixo pouco conhecido na política econômica que vem aumentar os juros que já é o mais alto do mundo afetando diretamente os produtos de primeira ordem para a classe mais baixa da população brasileira, e vem coibir o investimento nas principais áreas como educação que defendemos o aumento 10% do PIB já que hoje não passa de 4,2% e vemos a segurança receber um investimento de 11% , pois é, é mais fácil produzir o bandido e reprimi-lo depois, do que evitar que o cidadão bandido se torne. Lembramos de Eduardo Galeano quando nos diz que; “o sistema que fabrica o paralítico, vende a cadeira de rodas”. “Los Hermanos” Venezuelano partem em direção ao desenvolvimento socioeconômico e intelectual ao lado de Cuba, Equador, Nicarágua e Paraguai dando inicio a negociações de cunhos progressistas aos paises americanos do “terceiro mundo”, com exceção de alguns paises controlados por sua ambição e açoite norte americano, como é o caso da Colômbia de Uribe.

E viemos em defesa da filosofia da libertação, para um novo olhar político, intelectual e cultural, é meio doloroso o processo de libertação intelectual da América latina, imagine um braço, torcido de forma que ele pende agora, tomando referência do cotovelo, em direção às costas e com o passar do tempo curasse a ferida, vai-se a dor, mais a referência mudou da original, na filosofia da libertação é assim, mais como a defesa é a libertação intelectual, reposicionaremos o pescoço, para um olhar intelectual voltado para nossas raízes. E agora se entende grandes confrontos ideológicos, que perpassa pelas grandes crises do capitalismo no mundo e a corrida programática de novas estratégias para a economia mundial. A esquerda tem nesse momento um grande desafio, de levar propostas e projetos socialistas para a possível e quase fatídicas corrida ideológicas do inicio do século XXI, aleijando ainda mais os grandes detentores do poder no mundo.


Saudações Socialistas

Pedro Moura - UBES

Jovens Socialistas

Secretárias Estaduais Reunidas: Jana (AC), Tati (SP) e Marcinha (AM)


Na tarde do dia 07 de junho de 2008 as jovens mulheres se reuniram com o objetivo de traçar o planejamento das atividades de gênero da JSB, trabalhando a política para a mulher na base.

Cada jovem falou um pouco sobre a atuação feminina no seu Estado e todas ficaram impressionadas, com o relato da condição que o Amazonas passa, com a maioria de sua direção composta por mulheres.

Mesmo sem grande atuação na discussão da inclusão da mulher, a JSB-Amazonas vem ampliando seus espaços com mulheres, porque tem trabalhado para que as mulheres tenham
acúmulo suficiente para assumir os cargos que são postos.
As mulheres da JSB, sairam da reunião com o proposito de se reunir e iniciar o debate para a construção da participação da mulher na juventude do PSB.

9 de jun. de 2008

IX Congresso Nacional da JSB


Após intenso debate a JSB elege na plenária final uma chapa de consenso entre seus militantes.

Alex Nazaré do Amapá e Joubert da Paraíba terão a grandiosa missão de conduzir a JSB pelos próximos três anos.
Em um dia de congresso foram realizadas plenárias que mostraram o amadurecimento da Juventude Socialista Brasileira pelos quatro cantos do país. A juventude que formula política para os jovens na base, numa intensa luta por uma mais mais digno, igualitário e fraterno.


A JSB mostrou sua unidade, entrando na Plenária do Congresso Nacional do PSB em bloco, gritando palavras de ordem e arrancando aplausos da mesa diretora, composta pelos dirigantes nacionais do PSB, que acompanharam durante esses três anos o desenrrolar da disputa da JSB.

2 de jun. de 2008

1968 - O Ano que não terminou

A JSB-Amazonas, discutindo a história política de nosso país.


Em matéria do Jornal Amazonas Em Tempo do dia 01.06.2008, sobre os 40 anos do Maio de 1968, os militantes do Movimento Estudantil da JSB, foram os únicos ouvidos e os únicos que participaram da matéria, que teve entrevista com um preso político da época, o Ex-Dep. Federal José Dirceu. Vejam a matéria na íntegra.